Identidade

QUEM SOU EU?

Esse é sem sombra de dúvidas um dos questionamentos mais abordados de nossa história, causando extrema discórdia entre escritores, pensadores, filósofos e até na sociedade como um todo ao longo do tempo. Na minha humilde opinião (de pessoa “comum”), a resposta é simples, mas envolve um pouco das minhas crenças e ideologias. Vou tentar escrever o que penso sobre a nossa identidade nesse novo texto.

O QUE EU ACHO QUE VOCÊ NÃO É

Muitas pessoas (a gritante maioria) citariam prontamente como resposta a essa fatídica pergunta seu nome, talvez seguido de sua idade, e, logo depois destacariam algumas qualidades (ou defeitos) de seu respectivo caráter. Esquecem de um princípio básico da vida:

TUDO ISSO É PASSAGEIRO!

É certo, ou melhor, é justo se reduzir a impressões, nomes, qualidades ou defeitos que o mundo externo te define?

VOCÊ É MUITO MAIOR DO QUE PENSA QUE É

Para mim, a verdadeira e correta resposta para essa pergunta é nada mais nada menos que: eu sou a minha alma. Independente do que você acredita (céu e inferno, existência de vidas passadas ou de outro plano) – e nem quero procurar mudar a sua opinião sobre isso – tenha a plena convicção de que a vida não termina aqui. Além disso, acredito e repito incessantemente que todos temos uma missão que é conversada antes de nascermos. Com quem? Nosso eu verdadeiro, nossa real identidade.

Para os antigos gregos, saber ao certo seu “eu verdadeiro” era de extrema importância e valia. Como no enigma de Esfinge (aquela imagem icônica de um leão estendido com a cabeça de um falcão ou de uma pessoa, presente tanto na mitologia grega, quanto na arquitetura egípcia): “Decifra-me ou te devoro” – uma grande e óbvia metáfora que simboliza a falta de conhecimento do homem sobre si mesmo. Ela nos devora enquanto desconhecemos quem somos. É o Enigma da existência!

SINÔNIMOS

Um outro ponto importante que gostaria de destacar é que o que eu chamo de “alma” é sinônimo de “espírito” para uns e até mesmo de “mente subconsciente” para outros. Murphy, por exemplo, em diversos livros e textos que li de sua autoria, brincava muito com a troca de duas dessas palavras, sobretudo em citações bíblicas:

As tuas obras são admiráveis; e a minha alma [mente subconsciente] sabe muito bem. (Salmos 139:14)

FÉ # RELIGIÃO

Que fique claro: não é necessário entrar no mérito religioso para compreender esse texto. Acredito com absoluta convicção que existe algo divino movendo a terra, pelo simples fato da vida (natureza) ser magnífica, alguns eventos e acontecimentos serem ocorridos com correlação temporal com maestria e o próprio corpo humano, por exemplo, ser tão rico em detalhes e cheio de processos meticulosamente perfeitos, que de maneira nenhuma não há um “arquiteto” maior por trás de tudo, mas respeito uma opinião diferente. Isso que falta no mundo: respeito. A diferença entre mim e um ateísta, por exemplo, nesse tema é simples. Enquanto eu acho que a minha “alma” pertence a Deus, ele pensa que a “mente subconsciente” é dele e pronto, mas com certeza sabe que ela pode fazer coisas incríveis, como a “cura a si mesmo” (principal abordagem do blog) por meio de sugestões positivas. Um ateísta também pode (e deve) orar do jeito que eu ensinei no meu último texto: O Real valor da oração. A única diferença: para quem será voltada a oração – para Deus ou para você mesmo. Não cabe a mim dizer qual caminho cada um deve escolher. Fé na cura e religião são coisas divergentes.

A vida é um conjunto de fatores muito complexos e maravilhosos para não ter nenhum comandante supremo – André Venturini

A VIDA CURA       

Concluindo, se você descobrir a sua verdadeira identidade e colocar na sua cabeça que ela é algo maior, como descrevi acima, ficará mais fácil para almejar tudo de melhor na sua vida – felicidade, riqueza, paz de espírito e, não menos importante, o principal foco abordado no blog: cura. Você é um ser de natureza complexa e maravilhosa, e a cura está no seu interior. Viva sobretudo com amor no coração e jamais fique parado, pois a vida em movimento atrai vida. Meu médico e amigo, Beny Schmidt, me ensinou uma valiosa lição por meio de suas grandiosas palestras e aulas: a maioria dos músculos do nosso corpo com o seguido desuso podem ser atrofiados ou retraídos em pouquíssimo tempo, e da mesma maneira são trocados inteiramente em aproximadamente uma semana. Cortes, queimaduras e feridas são sanados pela própria natureza com o passar do tempo. Em menos de uma ano, quase todo o nosso corpo se regenera (menos os neurônios, responsáveis pela memória). Novas células, novas possibilidades. Por quê não pelo menos tentar transformar a casa temporária do seu “EU” em algo melhor?

A vida não termina com a doença, não importa qual seja. Um novo caminho é o que se inicia. Uma nova jornada. A vida é espetacular e a própria morte está muito longe do conceito que guardamos dela até hoje. – André Venturini

FIQUE TRANQUILO E ACREDITE NO SEU MELHOR!
Enigma da esfinge: Quem és tu? De onde vieste e para onde vais? Que vieste fazer aqui?
Enigma da esfinge: Quem és tu? De onde vieste e para onde vais? Que vieste fazer aqui? Ela devorava quem não soubesse responder!

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