A Bola Pune

Conforme havia escrito no texto “A Energia Existe”, irei agora reforçar a minha opinião sobre um tema que acho incrível: a lei do retorno.

O BUMERANGUE

Como meus leitores sabem, adoro citar exemplos nos meus textos para reforçar a imaginação. Portanto, lá vai: a lei do retorno é mais ou menos jogar um bumerangue para frente todo santo dia. Nele contém a energia que você solta constantemente para o universo, resultado dos seus atos e escolhas. Gostaram da analogia?

Se eu fosse você, tomaria muito cuidado ao pensar em prejudicar o próximo! Sabe por quê?

Uma hora esse bumerangue há de voltar para o seu ponto de origem, que é você. Pode demorar o tempo que for, mas retorna. Não se engane. A lei do retorno é de ordem divina e é infalível. Criação do nosso “arquiteto maior”, como gosto de chamar Deus, com toda a sua Inteligência suprema. Ela não erra. Por isso:

Evite “débitos” desnecessários.

Para refletir…

Havia deixado uma pergunta em aberto no outro texto, e irei questioná-los de novo: sabendo dessa lei de ação e reação, como você se sente em relação às suas atitudes? Isso te tranquiliza ou te preocupa?

A BOLA PUNE

Parafraseando a ilustre frase do ex-técnico de futebol Muricy Ramalho e levando-a para âmbitos maiores, sim, a bola pune. Pode demorar o tempo que for. Ser instantâneo, de médio prazo, demorar literalmente uma vida inteira para vir ou até mesmo o débito ir para outras vidas (dependendo da sua crença). Mas ele vem. E geralmente chega forte.

Já que mencionei a questão religiosa, creio com unhas e dentes a existência de outras vidas. Sendo assim, acredito que essa lei da ação e reação possa ser “estendida” e é por isso que gente que vive espalhando o mal às vezes sai ileso. Mas respeito diferentes pensamentos do meu, como quem tem fé no dia do “julgamento final”, por exemplo. Mas você concorda que a “bola irá punir do mesmo jeito?

Enfim, uma hora aquela carga negativa volta. Sempre uso, quando vou discutir o assunto, o exemplo de um velho político paulistano que prefiro não citar o nome aqui para evitar problemas futuros. Ele passou a vida inteira prejudicando nós brasileiros. Demorou, mas “a bola puniu”: tem que pagar as consequências agora, velho e doente, com mais de 80 anos. Uma mulher já me disse até que tem pena dele, acredita?

Já que citei a palavra, pitadinha sobre “sentir pena” que escrevi no meu último texto

Não tenha pena do outro que tem alguma limitação. Sinta-se comovido, disposto a ajudar, mas nunca o encare como um “coitado”, pois você não sabe quais são as missões e provas dadas a cada um por Deus, umas com fardos maiores do que as outras. Ajude quando solicitado, dê um apoio moral quando necessário, mas sem denigrir a pessoa. Tenha esse sentimento de dó para quem não sorri para a vida, e acima ade tudo para quem vive sem amor no coração e gosta de prejudicar o próximo.

Siga @vidafaces no Instagram

Compartilhar:

Um comentário sobre “A Bola Pune

Não tem Facebook ou prefere o anonimato?